Requisição de vagas por IA
Requisições chegavam por e-mail, WhatsApp e áudio, cada gestor descrevendo a vaga do seu jeito. O RH gastava dias perguntando de volta o que já poderia ter vindo na primeira mensagem.
Requisições de pessoal chegavam ao RH por e-mail, WhatsApp e áudio, cada gestor descrevendo a vaga do seu jeito. Faltava informação, sobrava ambiguidade.
A decisão
Obrigar o gestor a preencher um formulário resolveria no papel e falharia na prática — ele continuaria mandando áudio. A decisão foi aceitar a mensagem no formato em que ela já chega e usar um modelo de linguagem para estruturá-la, devolvendo ao RH uma requisição com os campos preenchidos e um indicador de confiança por campo.
O resultado
A requisição chega estruturada, com o custo, o tempo e a confiança de cada extração registrados. O que a IA não conseguiu determinar aparece marcado, para ser confirmado por uma pessoa — nunca preenchido por adivinhação.
Isso atende ao direito à revisão humana de decisão automatizada previsto na LGPD, e não por acaso: a exigência entrou no desenho antes do código.